Microsoft Sentinel: Guia de Investigação de Incidentes para Analistas Iniciantes

A investigação de incidentes no Microsoft Sentinel começa com a compreensão da história do caso: que alertas foram agrupados, quem são as entidades, qual a severidade e qual a origem da deteção. Em seguida, o analista verifica utilizadores e ativos, examina evidências e a linha do tempo, executa KQL complementar, documenta decisões e escala ou responde. Um incidente é um caso de trabalho — não uma prova de que o ataque foi bem-sucedido — e, portanto, a classificação deve basear-se em evidências e contexto.
O Microsoft Sentinel centraliza a Deteção, Investigação e Resposta em torno de Incidentes. Um incidente pode ser gerado a partir de uma regra de análise, de um alerta importado de outro produto ou do agrupamento de vários alertas relacionados com a mesma atividade. Herda características como Severidade, Status, táticas MITRE ATT&CK e Entidades identificadas nos alertas.
A interface fornece muitas informações, mas uma boa investigação não é uma transição automática entre separadores. O analista precisa de definir uma questão de investigação, identificar o que é conhecido e o que falta, e usar as ferramentas da interface para recolher evidências. O guia é adequado para dados de laboratório ou para um ambiente organizacional onde a permissão existe.
A Microsoft está a unificar a experiência SOC dentro do portal Microsoft Defender. De acordo com a documentação atual, o suporte para o Sentinel através do portal Azure está previsto para terminar após 31 de março de 2027, pelo que é preferível aprender o fluxo de trabalho principal e familiarizar-se com o portal Defender em vez de depender de uma localização fixa de um botão.




