Investigação de Força Bruta: Como distinguir uma falha de um ataque

A investigação de Força Bruta exige a leitura completa do evento e não apenas do Event ID: tempo, computador, utilizador, Logon ID, Processo, origem da rede e contexto organizacional. A conclusão é formada pela correlação de várias fontes.
A investigação de Windows e Identidade baseia-se numa combinação de eventos de autenticação, criação de processos, alterações de permissões, telemetria Sysmon e contexto organizacional. Um único evento raramente fornece uma conclusão completa. Este artigo foca-se na investigação de Força Bruta e destina-se a analistas SOC iniciantes. O objetivo é fornecer um método de trabalho que pode ser aplicado na prática, em entrevistas profissionais e em ambientes de trabalho, sem se contentar com uma definição de dicionário.
O principal desafio é que os dados estão quase sempre incompletos. Múltiplas tentativas contra um único alvo, taxa e tempo, e Lockout podem indicar uma direção, mas o seu significado depende do tempo, do ativo, do utilizador e da atividade esperada. Por isso, construiremos a análise em torno de uma questão de investigação, evidências necessárias e um critério claro para o encerramento.
O cenário prático neste artigo é: uma árvore de decisão para três padrões. Todas as exemplos são dados de laboratório ou descrições de processos. Ao lidar com Testes de Penetração, Web ou Cloud, deve-se trabalhar apenas com aprovação explícita, um Escopo definido e a capacidade de interromper o teste.




