Static vs. Dynamic Malware Analysis: O Que Testar em Cada Método

A análise estática vs. dinâmica de malware é um processo controlado que equilibra a contenção de danos com a preservação de evidências. Documente a fonte, tempo e ferramentas, salve o Hash, construa uma Linha do Tempo e separe fato, interpretação e decisão.
A Resposta a Incidentes (Incident Response) e o DFIR (Digital Forensics and Incident Response) exigem um equilíbrio entre velocidade, preservação de evidências, continuidade de negócios e documentação. Uma ação correta é aquela que pode ser explicada, replicada e auditada após o incidente. Este artigo foca na Análise de Malware Estática vs. Dinâmica e é destinado a analistas de SOC e estudantes de Malware. O objetivo é fornecer um método de trabalho que possa ser aplicado em prática, em entrevistas profissionais e em ambiente de trabalho, sem se contentar com uma definição de dicionário.
O principal desafio é que os dados são quase sempre parciais. Hashes, file type, strings podem indicar uma direção, mas o seu significado depende do tempo, do ativo, do utilizador e da atividade esperada. Portanto, construiremos o teste em torno de uma questão de investigação, evidências necessárias e um critério claro para a conclusão.
O cenário prático no artigo é: uma tabela de decisão por tipo de ficheiro e questão de investigação. Todos os exemplos são dados de laboratório ou descrições de processos. Ao lidar com Penetration Testing, Web ou Cloud, deve-se trabalhar apenas com autorização explícita, escopo definido e capacidade de parar o teste.




